Aeroportos que se transformaram em rodoviárias abarrotadas de gente nos saguões de espera, com pistas de pouso e decolagem já pequenas diante de tanta demanda; estradas que não mais comportam o volume de carros que por nelas passa; cidades onde as ruas parecem insuficientes para o trânsito cada vez mais caótico. São apenas alguns exemplos de que o Brasil carece de algo essencial diante de um crescimento constante da economia: a infraestrutura.Sem infraestrutura não é possível o crescimento. Porque quando um país se desenvolve, as pessoas consomem mais, então é necessário haver, por exemplo, mais vias para fluir os produtos, assim como para as próprias pessoas se locomoverem com maior intensidade. Produzindo mais, também há necessidade da geração de mais energia elétrica e mais combustível aos veículos que leva esse “progresso” dos pontos de produção aos pontos de consumo. Enfim, a infraestrutura é uma base fundamental, sem a qual uma nação trava.
O lado ruim dessa situação está nos já descritos aeroportos e vias abarrotados, mas há um lado bom. Aliás, ótimo: a necessidade dessa infraestrutura é uma enorme geradora de novas oportunidades de trabalho. Tanto que o próprio governo brasileiro já se mexe. O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) prevê liberar mais de R$ 700 bilhões em linhas de crédito para infraestrutura até 2012 e o PAC (Plano de Aceleração do Crescimento) é uma iniciativa já em curso na busca de saídas para um Brasil mais próspero.
Somam-se a essa necessidade dois eventos de grande porte que o Brasil sediará – e, para tanto, tem a obrigação de gerar infraestrutura urbana: a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Esses acontecimentos já exigem uma revolução nos transportes públicos, assim como nas vias de acesso a estádios e ginásios esportivos.
E quem vai fazer isso? Os mais diversos tipos de profissionais, desde quem projeta e constrói mais linhas de metrô, ruas, pistas e pontes, até quem atuará em estabelecimentos que venderão alimentação, cultura e diversão aos tantos estrangeiros que por aqui passarão.
Ou seja, quem souber entender as novas necessidades, poderá ganhar. E muito.
Áreas em alta:
- Engenharia;
- Arquitetura;
- Geologia;
- Publicidade;
- Administração;
- Marketing;
- Hotelaria;
- Turismo;
- Jornalismo;
- Fisioterapia;
- Esporte.
imagem sxc
0 comentários:
Postar um comentário