terça-feira, 29 de junho de 2010

Geração-Y, presente e futuro

Artigo publicado no caderno de Empregos da "Folha de S. Paulo" de domingo traz um interessante olhar para o mundo novo do mercado de trabalho. "Empresas têm de se adaptar à geração-Y", diz o texto, assinado por Michael A. Costonis e Bob Salkowitz, ambos do "New York Times".

A geração-Y é formada por jovens que completaram 21 anos a partir do ano 2000 e, hoje, estão em grande número disputando cargos importantes. "Eles cresceram em uma cultura digital que se distingue pelo compartilhamento imediato de informação. Têm perfil multitarefa e não veem diferença entre trabalho e lazer", relata o texto.

Eis, portanto, um choque com o mundo tradicional do trabalho. Diante disso, Michael e Bob cravam: "o futuro das empresas tradicionais reside nessa geração de novos talentos. O desafio é encontrar formas de concatenar as diferenças". Diferenças como liberdade, inovação e velocidade, características encontradas na geração-Y.

Esse desafio, entretanto, não está apenas nas mãos das empresas, mas que já se configura antes mesmo de esses jovens chegarem ao mercado. Na escola! Quem forma essa nova geração tem diante de si uma nova realidade. Uma educação que entenda melhor essa geração e se desvencilhe de preconceitos e estereótipos sobre ela é concatenar o presente com o futuro.

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