segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Novo livro: Meu filho chegou à adolescência, e agora?

Nem permissivos, nem repressores, tampouco autoritários. Os pais precisam ser participativos. Mas, como? Existe uma fórmula para isso?

Considerando a complexa realidade contemporânea, em que tanto pais quanto mães dedicam boa parte de seu tempo ao trabalho, educar é um grande desafio. Para responder a questões ligadas ao assunto e oferecer reflexões sobre como formar jovens capazes de trilhar os melhores caminhos, Leo Fraiman lança o livro “Meu filho chegou à adolescência, e agora? Como construir um projeto de vida JUNTOS”.

“Educar um filho e formar uma família estão entre as maiores obras de um ser humano. Pois são os filhos que levarão o legado que seus pais deixam para outras gerações”, diz o autor. O livro chega às livrarias de todo País pela Integrare Editora. São 240 páginas em que Leo Fraiman aborda, entre outros temas, a transformação da família, fatores implicados no distanciamento casa-escola e explana alguns estudos motivadores reconhecidos sobre a participação dos pais na educação escolar.

De forma clara e cuidadosa, o autor aponta novos conhecimentos da neurociência, que vem modificando a maneira como compreendemos esta delicada fase da adolescência. Atitudes que fazem a diferença no mundo profissional, como termos foco, alinhamento de papéis, metas claras e reuniões de debate são indicadas pelo autor como caminhos para sair do automatismo e se obter maior protagonismo nos valores a serem cultivados no lar.

Queremos, aqui no blog, abrir um espaço para que você, ao ler o livro, interaja com o autor e ambos troquem experiências nesse enorme desafio de educar por um mundo melhor.

2 comentários:

Thor Arnesen disse...

Ainda não comprei o livro mas achei sensacional a entrevista na Estadão-ESPN hoje cedo, sabado 3/3/2.012 Parabens. Thor Arnesen

Marcia Shimae Tokashima Nishiye disse...

Fiquei interessada em seu livro, após ouvi-lo na Rádio Jovem Pam. Sou professora dos anos iniciais do Ensino Fundamental e, pela primeira vez, ouvi opiniões sensatas a respeito da criança e do jovem. Discordei quando o senhor, como a maioria, concorda em delegar a educação dos pais à escola. Se nós, escola e professores, tivéssemos todo esse poder (educar os pais), deveríamos ter, também, o poder de controlar e gerenciar a má educação que alguns pais dá ao filho: o excesso de mimo (tudo pode) ou a ausência total na vida desse filho.